Quando da noite tirou
Proveito e beijou
Os lábios umedecidos
Da ardente saliva
Da bela que lhe
Roubou o sono
Das noites de todos
Os dias.
Quando por assim dizer
Debruçou-se ele
Na sombra
Da amada que
Lhe fez gemer
De dor ou prazer.
E quando se percebeu
Como amando
Um amor
Que muito longe
Dele estava
Mas na forma
De não amar.
Se perder
No mundo preferiu.
Fuga mais audaz.
De outra coisa
Não era capaz.
De tudo para
Esquecer ele fez
Nas estradas por
Onde andou.
Porém tanto esforço
De nada adiantou.
25/01/2005
Cheiro
Patrícia
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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