Já ouvi muita gente, especificamente, mulheres, já que é com elas que mantenho mais contato se referirem ao homem ideal, mas o que escrevo agora está relacionado tanto a homens quanto a mulheres, pessoas em geral. Pela minha experiência penso que a pessoa ideal é aquela que nos faz bem, que a gente sente prazer em estar com ela, que a gente se sente feliz com ela, aquela que nos dá saudade mesmo quando está distante só alguns metros. Também penso que entre esse par de enamorados precisa haver trocas. Não acho que amar é sentir prazer só em dar, não, as pessoas querem dar e receber,
amar e se sentir amadas,
perguntar e ter respostas,
querer "discutir a relação".
dar presentes e receber. Eu penso que é assim! Esse amor não é incondicional, senão se ama sozinho. Tem mais! As coisas não são como num conto de fadas. Ah! Mas quem não sabe disso... "E foram felizes para sempre."
Não vai existir um homem e uma mulher que vai ser a pessoa ideal, perfeita, que nos trate sempre de bom humor e nos dê flores - se bem que nem todos gostam, há os que tem alergia - e poesias e nos jure amor eterno. Espera aí, juramos sim amor eterno, muitas vezes e às vezes é eterno, não só enquanto dure, talvez não com a mesma paixão do início, mas isso é natural.
Acho que amor e romantismo só estão incobertos de alguma maneira.
Agora quero me reportar a uma jovem e como ela, penso, muitas outras e outros estejam passando pelo mesmo sentimento. Você ficou tão triste e achando que todos os homens são canalhas, eu entendo você, talvez tenha conhecido homens canalhas, que te magoaram, que te fizeram chorar. Mas olha às vezes também se chora pelo homem que se ama, eu sei que há diferenças nesse chorar. Porém o que eu quero dizer é que existem muitos homens canalhas, sim, e mulheres também, contudo, existem homens muito gentis e amáveis e que valem a pena. E vale a pena acreditar no amor e procurar encontrar alguém que seja bom, que esteja de certo modo em sintonia com as coisas que o outro também gosta, não necessariamente, tão parecido, nem tão diferente. Penso que o importante é que no par de enamorados se saiba conviver com as diferenças, mas isso é um aprendizado, acontece com a convivência e não como ocorre atualmente, ou seja, o par por qualquer desacordo ou descoberta de que fulano ou fulana não é como se pensava, logo desiste do namoro, casamento e aí vão se dando uma série de casamentos, de trocas, como se uma outra pessoa fosse cobrir os defeitos da outra. Eu penso que após uma desistência de amar alguém a pessoa deveria se dar um tempo, até para se conhecer e saber o que realmente quer para depois pensar em outro amor.
Olha! Amar tem um monte de coisas boas e também desagradáveis, é vida. Contudo amor não tem que aceitar maus tratos, pancadas, espancamentos, humilhações, agressões psicológicas e daí por diante. Sabe, eu tinha uma colega de faculdade que quando nós estávamos na roda de colegas falando sobre essas coisas, ela dizia que o marido dela alugava filmes pornôs para eles assistirem e durante o filme ele dizia coisas desagradáveis, como: "Olha só, isso aí é que é mulher, você não faz essas coisas" fora outras mais. Ela chegava a encher os olhos de lágrimas nos contando.
Ainda bem que ela percebeu que ele era um canalha, se separou dele depois de ainda sofrer algum tempo. Aguentar essas coisas não é nada bom, nem saudável, amar é muito diferente. Por exemplo, não é se aproveitar da outra pessoa.
Até o próximo papo sobre amor!
Cheiro
Patricia
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
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